De 80% para 0%: felicidade organizacional em sistema
Jun 18, 2026
Felicidade organizacional não é um workshop isolado. É um sistema.
Este case study mostra como um projeto desenvolvido no MBA em Felicidade Organizacional ajudou o BCSD a transformar um desafio real de retenção de talento numa abordagem estruturada, medida e sustentável.
O ponto de partida era exigente: numa equipa pequena, o turnover elevado significava instabilidade, recrutamento recorrente e perda de continuidade. A resposta não foi criar uma ação isolada, mas sim construir um sistema.

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O projeto final
Um projeto que saiu da teoriaTiago Carrilho, Head of Knowledge & Training no BCSD Portugal, fez o MBA em Felicidade Organizacional e desenvolveu um projeto final que foi implementado, testado e ajustado dentro da própria organização. “Desde o primeiro módulo senti que não estava só a aprender teoria — estava a construir algo que ia mesmo aplicar no meu dia a dia.” Tiago Carrilho |
O desafio não era falta de propósito
As pessoas conectavam-se com a missão. O que faltava era clareza sobre o que a organização já oferecia e um sistema para transformar bem-estar em gestão.
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Antes
80%
turnover numa equipa pequena |
→ |
Depois
0%
turnover em ano e meio |
| 4
diretores de operações diferentes em cerca de ano e meio. |
28
dias de férias oferecidos pelo BCSD — benefício que muitos não reconheciam claramente. |
1
projeto final de MBA transformado num sistema prático de gestão. |
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Às vezes, a organização já está a dar muito mais do que as pessoas percebem. |
O insight mais poderosoO problema nem sempre está na ausência de benefícios. Muitas vezes está na ausência de comunicação, clareza e consistência. No caso do BCSD, tornou-se claro que havia valor já existente que precisava de ser tornado visível. |

O que foi criado a partir daí
Em vez de acrescentar iniciativas soltas, o projeto transformou dados e perceções em estruturas concretas.
Plano de carreiraAssente em competências e experiência em diferentes áreas, reconhecendo os limites naturais do crescimento vertical numa organização pequena. |
Transparência salarialIntervalos salariais balizados por categoria, dando maior clareza a specialists e managers sobre onde se situam. |
Comunicação internaIniciativas para aproximar equipas, incluindo momentos de ligação e exercícios como teatro de improviso para quebrar barreiras. |
Mentoria mensal 1:1Um ritual de acompanhamento individual para criar proximidade, desenvolvimento e escuta contínua. |
Reconhecimento semanalUm ritual sistematizado para que o reconhecimento aconteça de forma consistente. |
Questionário de offboardingUma ferramenta para distinguir saídas por insatisfação de saídas motivadas por vontade genuína de experimentar outras realidades. |
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Na prática
Quando o MBA se transforma num projeto realO projeto final foi o momento em que tudo se juntou: teoria, ferramentas, dados, contexto organizacional e capacidade de implementação. É esta passagem da aprendizagem para a prática que torna o MBA especialmente relevante para profissionais que querem gerar impacto real nas suas organizações. |
IMAGEM A SUBSTITUIR
Fotografia de turma do MBA, momento de formação ou imagem institucional da HBS. |

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A lição central
Felicidade organizacional não se resolve com uma iniciativa isoladaResolve-se com sistema. Com medição, alinhamento, clareza, comunicação e repetição. Este case mostra que felicidade organizacional pode sair do campo da intenção e entrar no campo da implementação — com método e impacto mensurável. |
Porque é que este case study importa?Porque mostra que a felicidade organizacional pode ser integrada na gestão. Porque prova que o MBA não é apenas conceptual — é aplicável. Porque transforma um desafio humano num projeto com dados, estrutura e resultado. |
Quer aprender a construir este tipo de transformação?
O MBA em Felicidade Organizacional da Happiness Business School combina estratégias de negócio com investigação em Psicologia Positiva, Inteligência Emocional e Bem-Estar Organizacional, preparando profissionais para criar ambientes de trabalho mais produtivos, conscientes e sustentáveis.
Se quer deixar de tratar felicidade organizacional como um tema paralelo e começar a trabalhá-la como uma verdadeira vantagem competitiva, este pode ser o momento certo para dar esse passo.
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